O presidente da AEF, Xavier Vallhonrat, salientou que “dada a conjuntura actual é normal que os negócios mais afectados se concentrem no sector imobiliário e financeiro, mas não nos podemos esquecer que surgiram o dobro de empresas das que desapareceram, sendo este um dado significativo”.
Em contrapartida o número de estabelecimentos em franchising no país registou um decréscimo, consequência de uma diminuição de consumo. De 58.305 pontos de venda passa para 57.794, menos 551 unidades que o ano passado, “um dado bastante relacionado com o emprego que as empresas geram e por isso, o número de trabalhadores desceu à mesma proporção, de 0,9%”, refere Vallhonrat.
Das 895 empresas a operar em franchising em Espanha, 729 são oriundas do país e 166 são estrangeiras.







